Enseñanza y Decolonialidad en Bibliotecología
una mirada al Proyecto Político-Pedagógico del curso de Bibliotecología de la Universidade Estadual do Piauí
DOI:
https://doi.org/10.24208/rebecin.v13.484Palabras clave:
Ensino da Biblioteconomia, Decolonialidade, Projeto Político Pedagógico, Formação ProfissionalResumen
Se investiga en qué medida la estructura curricular y las bibliografías básicas del campo bibliotecológico promueven una formación crítica y decolonial, con el objetivo de analizar el Eje 1 del Proyecto Político Pedagógico (PPP) de la carrera de Bibliotecología de la Universidad Estatal de Piauí (UESPI). Metodológicamente, se trata de una investigación cualitativa, de naturaleza descriptiva, que utiliza el Análisis de Contenido de Bardin, operacionalizado a partir de las categorías analíticas: formación integral y perspectiva decolonial. El estudio amplía el corpus original al incluir el análisis de las referencias bibliográficas, confrontándolas con los conceptos de injusticia epistémica y decolonialidad, a la luz de autores como Quijano, Mignolo y Walsh. Los resultados indican una fuerte alineación de los programas de las asignaturas con la formación integral y con el compromiso social de la Bibliotecología, fundamentados en principios éticos. Se evidencia que las bibliografías básicas presentan una hegemonía de matrices eurocéntricas, revelando brechas en la representatividad de saberes afroindígenas y latinoamericanos. Se concluye por la necesidad urgente de una curaduría decolonial que integre el “conocimiento de las márgenes” y autorías interseccionales a las referencias de la carrera, con el fin de superar el epistemicidio y fortalecer la formación bibliotecaria como una práctica social crítica y promotora de justicia informacional.
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