Relaciones étnico-raciales en la formación en Archivística
Un análisis de los proyectos pedagógicos y de la perspectiva docente
DOI:
https://doi.org/10.24208/rebecin.v13.477Palabras clave:
Arquivologia, Formação Profissional, Relações Étnico-Raciais., Estudos Arquivísticos Cr´íticosResumen
El artículo tiene como objetivo analizar la incorporación de las relaciones étnico-raciales en la formación en Archivística, a partir del análisis de los Proyectos Pedagógicos de los cursos de grado ofrecidos por universidades públicas brasileñas, así como desde la perspectiva del profesorado que actúa en dichos cursos, con el fin de reflexionar sobre las implicaciones de estos contenidos en la formación crítica del archivista brasileño. La investigación se fundamenta en los Estudios Archivísticos Críticos, una tendencia emergente que busca, entre otros propósitos, promover reflexiones sobre el papel y la responsabilidad de los archivos y de los archivistas en relación con cuestiones sociales, culturales, políticas y éticas. La metodología adopta un enfoque cualitativo, de carácter exploratorio y documental, estructurado en dos etapas: (1) análisis de los Proyectos Pedagógicos de los cursos de grado en Archivística en Brasil; y (2) una investigación empírica con docentes que actúan en dichos cursos. En la primera etapa, se analizaron los Proyectos Pedagógicos de 17 cursos ofrecidos por universidades públicas brasileñas, con énfasis en la identificación de contenidos relacionados con las relaciones étnico-raciales. En la segunda etapa, se aplicó un cuestionario con el objetivo de comprender percepciones, prácticas pedagógicas y desafíos del profesorado en relación con la temática. Los resultados indican que la presencia de las relaciones étnico-raciales en los currículos se produce principalmente de forma transversal, con un número reducido de cursos que ofrecen asignaturas específicas. La investigación empírica evidenció dificultades recurrentes para la incorporación de estas temáticas en las prácticas docentes. Se concluye que el avance hacia una formación archivística crítica y antirracista requiere no solo ajustes curriculares, sino también estrategias institucionales articuladas que integren el currículo, las prácticas pedagógicas y el compromiso con la diversidad y la función social de los archivos.
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