Humanidades digitais e o CImplifica
PDF/A
HTML
XML

Palavras-chave

humanidades digitais
neodocumentação
mapas conceituais
interdisciplinaridade
Podcast Cimplifica

Como Citar

MIRANDA, M. K. F. de O. .; JACOB, M. . V. M. da C. . Humanidades digitais e o CImplifica: questões contemporâneas de informação. Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação, São Cristovão, v. 9, n. número especial, p. 1–13, 2022. DOI: 10.24208/rebecin.v9.343. Disponível em: https://portal.abecin.org.br/rebecin/article/view/343. Acesso em: 8 dez. 2022.

Resumo

O estudo das Humanidades Digitais está para a Ciência da Informação (CI), desde o início no século XX ligado ao contexto das transformações da informação com os tipos documentais, pioneiramente difundidos por Paul Otlet e Suzanne Briet. A pesquisa tem como objetivo geral refletir sobre o papel das Humanidades Digitais (HDs) na CI a partir da plataforma de podcast CImplifica. Como objetivos específicos propomos discutir a área da Documentação, relacionada às Humanidades Digitais; mapear o panorama de pesquisa da CI; analisar as relações disciplinares no âmbito da CI. Trata-se de uma pesquisa descritiva e bibliográfica, com análise da plataforma digital de podcast CImplifica. O CImplifica materializa as relações das HDs com a CI, a partir das características assentes na neodocumentação e do novo modelo de pós-custódia. Como instrumento para análise e melhor compressão dos objetivos específicos supracitados aplicamos os mapas conceituais (MC). Considera-se que a CI, a democratização da informação, sua produção e uso de formatos colaborativos fazem parte da cultura digital denominada HDs, e integra o modelo de pós-custódia, em que a informação é representada pela premissa revisitada de neodocumentais.

https://doi.org/10.24208/rebecin.v9.343
PDF/A
HTML
XML

Referências

BRIET, Suzanne. O que é a documentação? Brasília: Briquet de Lemos, 2016. 106 p. Traduzido por Maria Nazareth Rocha Furtado.

CASTILHO, Carlos Albano Volkmer de. O papel da curadoria na promoção do fluxo de notícias em espaços informativos voltados para a produção de conhecimento. 2015. 155 f. Tese (Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento) - Programa de Pós-graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2015. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/158799. Acesso em: 14 set. 2020.

LANCASTER, Frederick Wilfrid. Indexação e resumos: teoria e prática. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2004. 452 p. Traduzido por Antônio Agenor Briquet de Lemos.

LEMOS, Joana Gusmão; JORENTE, Maria José Vicentini; NAKANO, Natalia. O paradigma pós custodial e sua representação no design da informação no sítio do arquivo nacional do Reino Unido. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 10, n. 2, p. 674-690, nov. 2014. Disponível em: http://revista.ibict.br/liinc/article/view/3581/3067. Acesso em: 14 set. 2020.

MOURA, Maria Aparecida. Ciência da Informação e humanidades digitais: mediações, agência e compartilhamento de saberes. Perspect. ciênc. inf., Belo Horizonte, v. 24, n. esp., p. 57-69, mar. 2019. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-99362019000600057&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 14 set. 2020.

OLIVEIRA, Marlene de. Origens e evolução da ciência da informação. In: OLIVEIRA, Marlene de; CENDÓN, Beatriz Valadares; ARAÚJO, Eliany Alvarenga; MOTA, Francisca Rosalina Leite; DIAS, Guilherme Atayde; ANDRADE, Maria Eugênia Albino. Ciência da informação e biblioteconomia: novos conteúdos e espaços de atuação. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005. 143 p.

RIBEIRO, Fernanda. Gestão da informação: Preservação da memória na era pós custodial: um equilíbrio precário? In: MESA-REDONDA DE PRIMAVERA DO PORTO - “CONSERVAR PARA QUÊ?”. 8., 2005, Porto. Anais [...]. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto. 2005. p. 1-9. Disponível em: http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/artigo8861.PDF. Acesso em: 22 ago. 2009.

RUSSELL, Isabel Galina. ¿Qué son las humanidades digitales? Revista Digital Universitaria, Cidade do México, v. 12, n. 7, p. 3-xx-10-xx, 1 jul. 2011. Disponível em: http://www.revista.unam.mx/vol.12/num7/art68/index.html. Acesso em: 14 set. 2020.

RODRIGUES, Maria Rosemary; CERVANTES, Brígida Maria Nogueira. Os mapas conceituais para a visualização de conceitos de áreas do conhecimento em unidades de informação. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 18, n. 1, p. 752-776, out. 2012. Disponível em: https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/877. Acesso em: 14 set. 2020.

SANTOS, Francisco Edvander Pires; FARIAS, Maria Giovanna Guedes; FEITOSA, Luiz Tadeu; CAVALCANTE, Lidia Eugenia; NUNES, Jefferson Veras. Documento e informação audiovisual: bases conceituais numa perspectiva neodocumentalista. Em Questão, Porto Alegre, v. 24, n. 2, p. 235-259, maio/ago. 2018. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/76085. Acesso em: 6 ago. 2020.

TANUS, Gabrielle Francinne de S. C.; RENAULT, Leonardo Vasconcelos; ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. O conceito de documento na Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 8, n. 2, p. 158-174, fev. 2013. ISSN 1980-6949. Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/220. Acesso em: 17 out. 2020.

Creative Commons License
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2022 Májory Miranda, Maria Jacob