Museus, turismo e o uso de ferramentas tecnológicas
PDF
HTML
XML

Palavras-chave

Cidade Inteligente
Economia Criativa
Patrimônio Cultural

Como Citar

Jesus, P. M. de, Barbosa, V. O., & Mello, J. C. de. (2021). Museus, turismo e o uso de ferramentas tecnológicas . Revista Brasileira De Educação Em Ciência Da Informação, 8. https://doi.org/10.24208/rebecin.v8i.271

Resumo

A compreensão da cidade e do patrimônio dentro de uma lógica própria que impulsione o turismo, tendo como fio condutor o uso de ferramentas tecnológicas a exemplos de QR Codes e aplicativos que permitam o livre acesso a informações e roteiros patrimoniais, impulsionou o desenvolvimento da presente pesquisa. Partiu-se da análise de conceitos como cidades inteligentes, cidades criativas e economia criativa e sua relação com Patrimônio Cultural e Turismo para entender o estudo de três experiências realizadas entre os anos de 2014 e 2018, em vários estados brasileiros, que tinham por objetivo analisar o uso de ferramentas de baixo custo desenvolvidas para o gerenciamento e comunicação de massa. Por metodologia optou-se pela pesquisa qualitativa, tendo por método o exploratório. Percebeu-se que o uso de ferramentas digitais permite uma maior interação e divulgação das atividades culturais no que tange Turista > Cultura, seja por meio da difusão de práticas educativas, patrimônio preservado e comunidade produtora.

https://doi.org/10.24208/rebecin.v8i.271
PDF
HTML
XML

Referências

ASHTON, M. S. G. (org.) Cidades Criativas. Vocação e Desenvolvimento. Novo Hamburgo: Feevale, 2018.

CALABRE, L. (orgs.) Políticas culturais: informações, territórios e economia criativa. São Paulo: Itaú Cultural; Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa. 2013.

MORAES, A. D. L.; GIMENEZ, F. A. P.; CAMARGO, E. C.; MOROZ, V.; KLOSOWSKI, F. (orgs.) Economia Criativa: conhecimento e empreendedorismo para uma sociedade sustentável. Curitiba: UFPR, 2013.

FLORIDA, R. The Rise of the Creative Class- Why cities without gays and rock bands are losing the economic development race. The Washington Monthey, 2012. Disponível em: https://www.os3.nl/_media/2011-2012/richard_florida_-_the_rise_of_the_creative_class.pdf. Acesso em: 13 mar. 2020.

GIESBRECHT, H. O.; MINAS, R. B. A.; GONÇALVES, M. F. W.; SCHWANKE, F. H. (orgs.) Indicações geográficas brasileiras. Brasília: SEBRAE/INPI, 2016.

LIMA, D. F. C. Museologia-Museu e Patrimônio, Patrimonialização e Musealização: ambiência de comunhão. Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi. Cienc. Hum., Belém, v. 7, n. 1, p. 31-50, jan./abr. 2012.

LOUREIRO, M. L. N. M.; LOUREIRO, J. M. M. Documento e musealização: entretecendo conceitos. MIDAS [Online], v. 1, 2013. Disponível em: http://journals.openedition.org/midas/78, Acesso em: 15 mar. 2020.

MINISTÉRIO DO TURISMO. Turismo Cultural: orientações básicas. Brasília: Ministério do Turismo, 2010.

REIS, A. C. F. Cidades Criativas: Análise de um conceito em formação e de pertinência de sua aplicação à cidade de São Paulo. 2011. Tese (Doutorado em Arquitetura) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – USP, São Paulo, 2011.

RIZZON, F.; BERTELLI, J.; MATTE, J.; GREAEBIN, R. E.; MACKE, J. Smart City: um conceito em construção. Revista Metropolitana de Sustentabilidade, v. 7, n. 3, p.123-142, set./dez. 2017.

SOARES, B. C. B. A experiência museológica: Conceitos para uma fenomenologia do Museu. Revista Eletrônica do PPG-PMUS/Unirio/MAST, v. 5, n. 2, p. 55-71, 2012.

SU, K.; LI, J.; FU, H. Smart City and the Applications. 2011 International Conference on Electronics, Communications and Control (ICECC), p.1028-1031. Disponível em: http://doi:10.1109/icecc.2011.6066743, Acesso em: 15 mar. 2020.

A ABECIN detém os direitos autorais dos trabalhos que publica, adotando as licenças do Creative Commons, exceto quando houver indicação específica de outros detentores de direitos autorais. Em caso de dúvidas, solicitamos consultar o Editor da REBECIN. Por meio dessa licença, o(s) autor(es) tem/têm a liberdade de compartilhar — copiar, distribuir e transmitir a obra, sob as seguintes condições:

a) atribuição — você deve creditar a obra da forma especificada pelo(s) autor(es) ou licenciante (mas não de maneira que sugira que estes concedem qualquer aval a você ou ao seu uso da obra).

b) uso não-comercial — você não pode usar esta obra para fins comerciais.

c) vedada à criação de obras derivadas — você não pode alterar, transformar ou criar em cima desta obra.

Evidencia-se que:

a) renúncia — qualquer das condições acima pode ser renunciada se obtiver permissão do titular dos direitos autorais.

b) domínio público — onde a obra ou qualquer de seus elementos estiver em domínio público sob o direito aplicável, esta condição não é, de maneira alguma, afetada pela licença.

c) outros direitos — os seguintes direitos não são, de maneira alguma, afetados pela licença:

- Limitações e exceções aos direitos autorais ou quaisquer usos livres aplicáveis;

- Os direitos morais do(s) autor(es);

- Direitos que outras pessoas podem ter sobre a obra ou sobre a utilização da obra, tais como direitos de imagem ou privacidade.

O(s) autor(es) submeteu(ram) a declaração de responsabilidade e transferência de direito autoral à REBECIN. Para tanto, faça o download do modelo da declaração acessando a URL: https://portal.abecin.org.br/rebecin/

Obs.: Após ler e assinar envie o arquivo digitalizado junto com a submissão.